quarta-feira, setembro 10, 2008

quarta-feira, setembro 10, 2008

O Ébrio


na mente do homem
uma descoberta desconcertante
à sombra de cada gente que o cercava
havia uma outra gente escondida...

As mãos tremulas, o andar vacilante;

o medo da solidão acompanhada;
sua existência sem amor, sem honra,
seu holocausto - o nada-

eis a descrição da morte em vida
do homem aprisionado pela mágoa,
pela dor profunda,
oriunda da cachaça.



Peço desculpas a todos, tenho tido mais problemas do que horas nos meus dias e por isso não tenho respondido aos comentários, nem visitado os amigos, nem retornado emails vários. meu MSN está até com teias de aranha ...
obrigada pelo carinho e presenças constantes.
abraços


um esclarecimento

na última madrugada, pelo adiantado da hora, pelo cansaço, me esqueci de citar que este texto “o ébrio” foi baseado em um comentário que fiz ao ler o poema “Profanos” do Ricardo Rayol: aqui. se alguém gostou do que escrevi, cabe a ele o mérito por ter me inspirado...